É Primavera
Carregando minha cruz,
Sentida deveras,
Eis, surge Jesus!
Sua dor dilacerante,
sentida deveras,
Dá sentido à minha vida,
Sou mais confiante.
Sou vida nova,
Sou igreja viva,
Exulto e canto,
Sou comunhão.
É feliz meu coração
Em floridos prados,
Acontece a ressurreição,
Ao arado, oferto minhas mãos.
Poema publicado na coletânea acima, na página 88


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