A autora escreve o que vive, o que escolhe viver, preserva afetos, celebra poeticamente o que lhe vem à memória.
Seu desassossego vem das diferentes nuances que a vida lhe apresenta.
Atravessa diversos estados de alma com o auxílio da poesia, sua preciosa amiga de todo dia. É sua riqueza no viver.
A natureza aparece, em sua poesia, como uma espécie de força benfazeja, capaz de produzir transformação interior. A natureza a transforma. Uma paisagem contemplada é transformada em uma mensagem sentida.
Há uma valorização das minúcias do afeto, mostrando que um gesto aparentemente simples pode carregar grande significado emocional.
Poetiza a vida, a vida lhe faz poetisa.



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